Quando o silêncio vem é como o vento, uma tempestade imensa e invisível. A gente se cala, sem palavras. Como um copo que aguarda o líquido. A sede mata antes, entre a saudade e a morte. Nesta neblina, Não se vê mais a pessoa que se espera ou a inspiração que nos aguarda nem a falta de alguém ausente. Este tipo de silêncio costuma ir e voltar, sem nos avisar;
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